IML tem prazo para apresentar soluções ao MPPE

As Promotoras de Justiça Ivana Botelho, Alda Virgínia de Moura, Taciana Rocha Almeida e Fernanda Branco estabeleceram prazos, que vão de 30 a 120 dias, para adequação do funcionamento do Instituto médico Legal (IML), durante reunião entre representantes do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), das Vigilâncias Sanitárias do Estado e do Município, da Companhia Pernambucana de Recursos Hídricos (CPRH) e do IML. O diretor do IML, Jaime Brito, apresentou uma planilha com indicação de medidas corretivas para cada irregularidade no Instituto.
De acordo com Fernando Persivo, Diretor de Polícia Científica, já foram providenciadas as lâmpadas dos setores que apresentavam baixos índices de luz e serão colocados novos aparelhos de ar-condicionados e tampas nos aparelhos já existentes, além da colocação de tubo flexível nas mesas de necropsia, a compra de uma geladeira e o conserto das existentes. Entre outras medidas, ficou determinado a adequação dos banheiros para a utilização por pessoas portadoras de deficiência física, a substituição do piso da sala de necropsia por material impermeável e de fácil higienização e com escoamento adequado para os ralos e a abertura do livro de registro das visitas de manutenção.
Os representantes das Vigilâncias Sanitárias Estadual e Municipal, assim como a CPRH, deverão emitir à Promotoria da Cidadania com atuação em matéria de Meio Ambiente um relatório sobre a constatação de contaminação ambiental ou não. Já o diretor do IML, deverá encaminhar cópia de documento referente ao licenciamento ambiental junto à CPRH, bem como cópia do catálogo do equipamento de exaustão instalado na área de corpos putrefeitos.

As promotoras Taciana
Almeida, Ivana Botelho,
Fernanda Branco e Alda Virgínia
aguardam soluções


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