Promotora instaura Procedimento de Investigação Preliminar contra a Empresa de Limpeza Urbana de Paulista

A Empresa de Limpeza Urbana de Paulista foi  denunciada no Ministério Público de Pernambuco  MPPE pelo corte, armazenamento e transporte de madeira sem autorização, inclusive, atingindo a vegetação nativa da Mata Atlântica. Por isso, a Promotora de Justiça, Mariana Pessoa de Melo Vila Nova (foto), instaurou um Procedimento Investigação Preliminar.

Para iniciar as investigações, a Promotora requisitou à Companhia de Recursos Hídricos (CPRH), no prazo de 20 dias, a realização de vistorias técnicas numa área próxima ao Lixão da Mirueira onde está ocorrendo o dano ambiental. Os laudos deverão ter ilustração fotográfica e entregues com as informações sobre as medidas adotadas para corrigir ou acabar a degradação ambiental. Também foi solicitado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente-  Ibama, uma vistoria do local  para verificar a existência de dano à Mata Atlântica. O resultado da vistoria, assim como o laudo da CPRH, deverão ser entregues no prazo máximo de 20 dias.


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